O natal está chegando e a
economia se movimenta com esse comércio que cresce cada vez mais. Dentre os
produtos procurados estão artigos de decoração, comidas típicas, bebidas,
presentes entre outros utensílios específicos desta época do ano. Há dois meses
as lojas do centro de Juiz de Fora já enfeitavam suas vitrines com artigos
natalinos e despertava nos consumidores o sentimento de preparação para o natal.
De acordo com a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e
Turismo), a previsão é que neste ano a data movimentará R$ 34,7 bilhões,
o que representa um aumento de 4,8% comparado com a mesma época no ano
anterior.
O comércio alimentício é o
que mais ajuda nessa movimentação: R$11,6 bilhões. A reunião das famílias gera
uma compra abundante de aves, bebidas e doces. Maria Aparecida de Rezende, 84,
não economiza e gosta de fartura. Todos os anos ela compra além da conta. O
cardápio é farto: churrasco, acompanhado de arroz e maionese. Na sobremesa,
doce de leite com sorvete, além dos doces de pêssego e figo. Na mesa, muitos
bombons formam uma árvore de natal e, enquanto tudo está sendo preparado, as
nozes abrem o apetite. Para ela, Natal é época de reunir a família e comemorar
com muita fartura
Há também a famosa tradição
da troca de presentes. As crianças esperam a data o ano inteiro para pedir ao
Papai Noel aquele presente especial. E cabe aos adultos irem comprar.
Fernanda Guimarães fala sobre as dificuldades de presentear as crianças: “A
gente não compra para muita gente, mas o presente da Rafa é certo. Ela é muito
para frente e sempre pede alguma coisa. Esse ano ela quer miniaturas”, conta. Mas não são os brinquedos que mais dão lucros. De acordo com a CNC é o
comércio de vestuário que mais se sobressai e se espera que ele movimente até
R$ 9 bilhões.
As decorações também fazem
parte das compras de natal e a tendência agora é se aventurar no artesanato. De
acordo com consumidores, os artigos natalinos estão muito caros e a fabricação própria
pode dar uma economia de até 400%.
A data comemorativa acaba
gerando muitos lucros também para o comércio juizforano que está se recuperando de uma forte recessão
e traz uma esperança de um ano melhor. De acordo com a CDL (Câmara dos Dirigentes
Lojistas de Juiz de Fora), a época também diminui o índice de desemprego na
cidade e abre oportunidades de trabalho.
Thatyana Benetello


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